"Como o ar, me parece vital."
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Não quero te amar, mas ainda te amo. Não posso te ver, mais ainda preciso do seu sorriso. Preciso te esquecer, te perder, te largar. Mas ao mesmo tempo necessito lembrar de você, te ganhar, te ter só pra mim. O amor é tanto, que fiquei até doente. Me faltou ar, firmeza, cor. Na verdade o que mais me faltava era você. Meu Deus, me diz, até quando sentir esse amor proibido? Até aonde vou com isso? Será que é até a morte? Me pergunto todos os dias sem saber responder. Eu só quero você, só preciso de você. Tento me enganar fingindo que mudou, ou está mudando. Finjo pra mim mesma que o sonho acabou, e estou na realidade em que não te amo! QUE LOUCURA, É O MEU CHÃO! Vem pra mim, diz que sim, nem que seja um pra sempre de 2 meses, mas vem, por favor. Quero que seja menos incerto. Não quero mais pensar, só quero você.